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PALAVRAS no VENTO
Assim como a maquilhagem pode, às vezes, fazer com que uma puta passe por uma mulher virtuosa, também a modéstia pode fazer um tolo parecer um homem de senso.

Arquivo: Setembro 2008

23/09/2008 GMT 0

A OCULTA FILHA DA PUTICE

fmp @ 18:11

Não gosto deles e graças a Deus que esses abortos não gostam de mim: papel higiénico em dia de feijoada, o uso que democraticamente lhes dou.

O CHEIRO QUE ELES TÊM

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A OCULTA FILHA DA PUTICE

Vamos lá perceber o que move certas pessoas para as tornar invejosas e filhas da mãe (o pai é desconhecido) e sejam capazes das maiores traquinices em simultâneo com o avio de palmadinhas melosas e sorrisinhos de farinha amparo, como se o mundo lhes devesse vassalagem ou o décimo terceiro mês. É muito difícil, dir-me-ás. Não tens razão. É muito fácil perceber. A incompetência, o salivar de intriguinhas e outras semelhantes paneleirices, o bota-abaixo à socapa, a chulice pegajosa e acomodada que lhes serve de assento, não os torna invisíveis, pelo contrário, é isca que os agarra e os tráz à tona, para a fotografia que os celebrizará, condenando-os.
São visões embaralhadas de pobres fracos, cagadinhos sem projectos, sem inteligência e principalmente sem terem provado o cházinho da ordem, quando rapazotes de bibinho a brincarem às casinhas cor-de-rosa, no vão de escada da existência.




 


Tão certo como as pontes se reflectirem nas águas dos rios em dias de sol ou luar, essa malta desfribrada, mamona e inculta, parente daqueloutra que se esvai no cano de esgoto de vida, por muita miss(a) que consuma, nunca chegará a tempo de se salvar, mesmo alongando o tempo, fazendo do tempo, esponja.

Partilha e desafio, solidariedade e amizade, companheirismo, para não irmos mais longe, são palavras vazias, conceitos de fancaria, à dúzia é mais barato. E lá vão vivendo nos subterrâneos multiusos, sem dignidade, tristes exemplos de mediocridade vegetal, a vegetar nos limbos do limbo, odres de veneno, apesar do aspecto quase humanóide. São estes os verdadeiros filhos da puta e não os filhos da puta verdadeiros.

Não gosto deles e graças a Deus que esses abortos não gostam de mim: papel higiénico em dia de feijoada, o uso que democraticamente lhes dou.

Por tudo isto que fica aqui escarrapachado e por mais algumas coisinhas que sabemos mas que ainda não podemos utilizar como som do trombone, vais continuar, Amigo Ricardo, a contar com a minha Amizade e Solidariedade. E um dia, numa roda de bons e velhos amigos, ainda nos vamos rebolar a rir disto tudo, já que somos pessoas de bons usos e costumes. Se bem que a vontadinha seja outra. Mas enfim!...

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Fernando Manuel Pereira/ Poeta/ Setubalense/ Blogues do autor: http://sempreemluta.nireblog.com/ e http://etcetal.blogs.sapo.pt/

21/09/2008 GMT 0

O QUE SE PASSA?

fmp @ 11:48


09/09/2008 GMT 0

AINDA NÃO NOTARAM NADA DE ESTRANHO NA RÁDIO PAL 102.2fm ? PARECE QUE ESTÁ A MURCHAR!...

fmp @ 22:12

 ARESTAS DE VENTO, DE VENTO EM POPA

 

Programa de rádio de cultura e memória social, verdadeiro museu dinâmico cujo espólio tem vindo a ser acumulado há cerca de duas décadas, durante as quais as edições ininterruptas foram marcadas por entrevistados (Pedro Namora, Fernando Tordo, Jorge Salgueiro, Maria do Céu Guerra, Luciano Pereira, Eugénio da Fonseca, Madalena Reverendo, Gabriel Castanhas, José Casanova, Dimas Pereira, Mário Viegas, Fernando Baião, Álvaro Quintas, Jorge Palma, Carlos Mendes, Teresa Almeida, Jorge Mares, Carlos de Sousa, Machado Luciano, Adilo Costa, etc., etc., etc.) e colaboradores de tendências políticas e culturais diversas, (Mário Castrim, Victor Serra, Céu Campos, Mário Neves, Alberto Cavaco da Palma, Carlos Resende, Maria C. Quintas, Sílvia Pratas, Maria das Neves, Fernando Guerreiro, Ricardo Pita, João Imaginário e outros cujos nomes não me ocorrem de imediato – as minhas desculpas!), que lhe marcaram a trajectória e por ele foram marcados.

De realçar que o programa Arestas de Vento sempre teve a preocupação de acompanhar o desenvolvimento sociocultural, de marcar presença em vários acontecimentos de relevo, culturais, sociais ou artísticos, locais ou nacionais, porque sempre entendeu ser esta uma das funções da rádio, na sociedade actual.

Embora considerado o programa de comunicação mais popular e com maior possibilidade de alcance do público, Arestas de Vento, realizado e produzido pelo experiente e culto Ricardo Cardoso, teve sempre um conteúdo educativo e artístico e uma vertente de entretenimento, com poesia, música popular de boas origens, convidados escolhidos pelo seu próprio mérito e não por cunha, colaboradores de escrita livre, que o tornaram ao longo destes 20 anos, um programa de utilidade pública, faceta diversas vezes acentuada pelos seus entrevistados e nos comentários que os ouvintes fazem após as entrevistas.

(Fernando Tordo no Arestas de Vento)

Na sua essência, Arestas de Vento, como veículo cultural e de memória social radiofónico, captou ouvintes e fidelizou-os naturalmente, daí haver centenas que vêm desde os primeiros tempos e sempre disseram presente, fosse o programa emitido de manhã, à tarde ou à noite, na rádio P ou na rádio S., e isto devido à credibilidade e à evidente empatia conseguida, onde a diversidade, em feliz comunhão de música, opiniões, notícias, entrevistas a cidadãos locais ou nacionais, conseguia preservar o seu carácter de cidadania, com lugar assente no chamado mercado da informação, ouvida e comentada.

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(Homenagem ao saudoso actor Asdrúbal Teles)



 


Há, no entanto, um aspecto que considero muito importante e que se destaca, ultrapassando até o de um simples programa de rádio: deve-se a este popular programa o nascimento do conceituado Grupo de Teatro Espelho Mágico, cuja actividade teatral e de formação infanto-juvenil tem sido realçada pelo público e pelas Entidades oficiais, a organização do Festival da Canção de Palmela, que acumula sucesso atrás de sucesso, ano após ano, e a publicação e difusão de obras de autores regionais que de outra forma teriam dificuldade na sua publicação. Este popular programa colabora também na protecção e divulgação do artesanato e do folclore, como tradições culturais nacionais, na difusão cultural e artística da fotografia, do vídeo e das artes plásticas, como é o caso da exposição de pintura integrada no próximo Festival da Canção de Palmela, além da divulgação de nomes e projectos artísticos e culturais. Mas não se esgota aqui a capacidade e importância real deste abrangente Programa: apoia os direitos de grupos sociais e sua inclusão social, colaborando com entidades vocacionadas para este fim, tendo ainda espaço para preocupações de cariz ambiental!

A um Programa destes, deve-se dar ouvidos!!!



 




 


(Grupo de Animação e Teatro Espelho Mágico)



 


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FERNANDO MANUEL PEREIRA

 .

Blogues do autor: http://sempreemluta.nireblog.com/ e http://etcetal.blogs.sapo.pt/

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